A América repensa o barroco no século XX.
Há aqueles que pensam nas ruínas históricas e vêem mágica na realidade. Há aqueles que criam florestas verbais para expressar a abundância da alma. Há aqueles que deságuam nas luzes e sombras da realidade concreta e desvelam a fusão do quase impossível.
Eu, por minha vez, acho que o neobarroco é tudo isso mesmo, e ainda mais: a consciência da morte diante da efemeridade da matéria; a opulência e a engenhosidade da forma; a fusão dos sons culturais nacionais sem perder de vista o olhar crítico sobre a história.
Há aqueles que pensam nas ruínas históricas e vêem mágica na realidade. Há aqueles que criam florestas verbais para expressar a abundância da alma. Há aqueles que deságuam nas luzes e sombras da realidade concreta e desvelam a fusão do quase impossível.
Eu, por minha vez, acho que o neobarroco é tudo isso mesmo, e ainda mais: a consciência da morte diante da efemeridade da matéria; a opulência e a engenhosidade da forma; a fusão dos sons culturais nacionais sem perder de vista o olhar crítico sobre a história.
Seguem abaixo três vídeos que podem servir de ilustração ao que acabei de dizer. E de quebra, um vídeo trazendo um soneto de Gregório de Matos, profundamente marcado pela grandiosidade verbal e temática, e pela imagem de uma natureza arremessada ao paradoxo.
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